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Imprensa



Resultados do Inquérito efectuado, no website, sobre:

Política Económica de M. Patinha Antão: Objectivos Chave:
- Colocar a economia a crescer 4% ao ano em 2013;
- Com produtividade do trabalho a crescer 2% e criação de emprego 2% ao ano


Número Total de Votantes - 213
Votos Sim - 170 (79,8%)
Votos Não - 40 (18,8%)
Votos S/ opinião - 3 (1,4%)

A todos os que participaram, o nosso obrigado!


 


Mário Patinha Antão considerou, numa entrevista que concedeu à TSF, que só o PSD tem capacidade para tornar as classes médias prósperas, um sector da sociedade que actualmente está a ser «esmagadas e asfixiadas».

 

Numa reacção ao artigo de opinião de Mário Soares, o candidato à liderança social-democrata frisou que o PSD «tem no seu código genético criar condições para que as classes médias progridam e prosperem».

 

«O dr. Mário Soares acertou em cheio no diagnóstico, mas não tem soluções. As soluções são do PSD. O que o dr. Mário Soares disse foi uma nota profundamente negativa sobre esta tecnocracia de centro-direita de cosmética do eng. José Sócrates que conduziu à asfixia», acrescentou.

 

Este economista criticou ainda o excesso de prudência por parte do governador do Banco de Portugal, bem como o facto de falar demais sobre política fiscal.

 

«O dr. Vítor Constâncio não é um guru, não é uma pitonisa. É uma pessoa comum, competente e tem informação que existe nas universidades, nos researches», adiantou.

 

Mário Patinha Antão considerou ainda que Vítor Constâncio «tem dito é que com este Governo com estas políticas em 2009 Portugal continuará a ter uma desaceleração da economia», o que entende ser a maior crítica que o governador do Banco de Portugal pode fazer ao Executivo.

 

Por causa do aumento do preço dos combustíveis, o candidato social-democrata propôs a criação de um fundo de estabilização, repassando apenas para o consumidor um terço dessa subida.

 

«Este último aumento foi de três cêntimos. O que eu proponho é que só um cêntimo passe para o consumidor, o outro cêntimo são as gasolineiras que têm de reduzir as margens e o outro é financiado por este fundo», explicou.

Patinha Antão adiantou ainda que quando se verificasse uma baixa de preços internacional este fundo seria ressarcido.

in http://tsf.sapo.pt/PaginaInicial/Portugal/Interior.aspx?content_id=921402

 


Os jovens portugueses estão afastados da política  

Só quem não fala com eles, diariamente, é que pode pensar que grandes discursos sobre a crise financeira ou a retoma económica fazem eco nos seus espíritos.
Na verdade, para a maior parte dos potenciais eleitores, entre os 18 e os 30 anos (com excepção de um ou outro carreirista), os políticos já deram todas as provas de incompetência e de falta de seriedade, provas essas que se acumulam de cada vez que vêem um Primeiro-Ministro, com um ar festivo e vaidoso, a desrespeitar promessas sobre o emprego, a consolidação orçamental, a retoma do investimento, a segurança dos cidadãos, a inflação, a estabilidade laboral, a educação, as novas oportunidades, etc, etc, etc., tudo aquilo, enfim, que serviu para enganar, mais uma vez, os portugueses.Não espanta que, cada vez mais, os jovens se abstenham.Já não é apenas indiferença.

Esta abstenção é um voto de protesto!
O PSD continua a constituir a única força política credível, com representação transversal na sociedade portuguesa, baseada no que ainda resta dos tradicionais valores nacionais: o trabalho, a honra, a solidariedade.Mas, que PSD podemos apresentar para enfrentar este Estado totalitariamente tomado de assalto pelo partido socialista?

Fará sentido, para os jovens, apostar em quem nada pode trazer de novo ao marasmo em que vivemos? Pensamos que não. Pensamos que a credibilidade e a confiança são ajudadas pela maturidade, mas que esta não se basta com o ter alguma idade.

O Professor Patinha Antão tem maturidade porque tem sabedoria e bom senso para indicar o caminho quando Portugal assim o exigir.

Por isso, os jovens estão com ele e o seguirão.
 


in DN, 20-5-2008Marta Vieira  (Mandatária para a Juventude)
 


Em virtude das políticas económicas e sociais levadas a cabo por este actual 1º Ministro, urge credibilizar a classe política de forma a trazer esperança num futuro melhor para todos nós. Por isso, acredito que o Prof. Mário Patinha Antão seja o Homem certo para que tal credibilidade seja devolvida ao PSD e a PORTUGAL.
Esta Candidatura elege como temas nucleares o bem-estar dos portugueses focando aspectos importantes como a defesa por um ambiente melhor através do incentivo e utilização das energias renováveis, nomeadamente as foto voltaicas, dado que Portugal tem 3300 horas de Sol ano - o nosso petróleo - as eólicas e hídricas.
A Segurança de todos os portugueses através do recurso a mais meios humanos e técnicos condizentes com a eloquência do exercício da actividade, para que a vergonha nacional do assalto ás esquadras não se repita e o carjking seja combatido de forma eficaz.

Um pacote de justiça mais consentâneo com a necessidade do País, como por exemplo, o atentado que este 1º Ministro está a fazer à segurança jurídica dos portugueses, permitindo que os bens imóveis sejam transaccionados num qualquer vão de escada sem a segurança de uma escritura pública celebrada num Notário.
O combate eficaz ao desemprego através de políticas de desenvolvimento sustentado numa política economica que apoie em força as micro pequenas e médias empresas, de forma a atrair o IDE (Investimento Directo Estrangeiro), e, numa melhor distribuição dos valores afectos ao QREN para uma verdadeira formação nas empresas, o incentivo à fixação de jovens no interior do país através da criação de novas oportunidades, cimentar e proteger de forma clara as artes e ofícios tradicionais portugueses, como por exemplo os Tapetes de Arraiolos.  Reduzir a taxa do IRC de 25% para 20% para as micro, pequenas e médias empresas, reduzir o IVA de 21% para 18% para que possamos começar a competir com a vizinha Espanha.  Na educação, esta candidatura quer devolver o respeito aos professores, que são o garante da formação aos nossos filhos e proporcionar a todos nós, Pais, a possibilidade de escolhermos a escola que pretendemos para os nossos educandos.  A saúde não tem preço. Deve ser assegurada a todos de uma forma igualitária. Para que os mais desfavorecidos tenham as mesmas condições de saúde, é necessário que os que podem paguem valores superiores de forma a que esta seja gratuita para os mais desfavorecidos. Por tudo isto Apoio inequivocamente o Prof. Mario Patinha Antão a Líder do Partido Social Democrata. 

Eng. António Loios

in 24 Horas, 27 Maio

 
Ontem, em Famalicão, o candidato Mário Patinha Antão apresentou as suas políticas fundamentais na área social, com o lema "A Social Democracia tal como Sá Carneiro a definiu, visa criar um país em que os velhos tem, presente e os jovens tem futuro" e criticou com vemência a hipocrisia da politica social do PS que retira poder de compra às ,magras pensões de centenas de milhares de reformados para distribuir novos subsidios eleitoralistas a conta gotas!"

O candidato defendeu também a sua proposta de uma forte descentralização para as autarquias e regiões autonomas de novas competências com o correspondente envelope financeiro orçamental (cerca de 20% do orçamento do Estado).

Considerou que o Primeiro ministro do governo social democrata da proxima legislatura deveria não só lançar este programa como um debate construtivo sobre a regionalização, o bom sucesso deste programa no seu entender tornará a regionalização do país uma evidência apoiada pela maioria dos Portugueses e na segunda legislatura deve concretizar do ponto vista politico administrativo a regionalização.

 

  


PSD: Patinha Antão entrega assinaturas e reiteira vontade de levar candadidatura até ao fim

Lisboa, 21 Mai (Lusa) - O candidato à liderança do PSD Patinha Antão entregou hoje 1.573 assinaturas na sede daquela formação política e mostrou-se determinado a prosseguir a sua candidatura à liderança dos sociais-democratas, defendendo a "unidade do partido".

Apesar de considerar que a sua candidatura "tem menos notoriedade" que a dos restantes candidatos, Patinha Antão afirmou esperar o apoio maioritário dos militantes do PSD "sem arrogâncias e com o sentido de unidade do partido e para mostrarmos em conjunto o melhor que o PSD pode dar ao serviço de Portugal e dos portugueses".

Destacando que "um partido político só existe quando serve o bem comum", teceu críticas ao actual Governo Socialista que, segundo o candidato, "não só falhou a sua estratégia, como com aquilo a que se comprometeu com os portugueses, que "merecem mais" e "um PSD vibrante como aconteceu no passado".

O deputado bracarense relembrou o encontro na Distrital do Porto que decorreu segunda-feira entre três dos candidatos à liderança do PSD, considerando que "foi um grande exemplo de unidade na acção" por "sublinhar os pontos fortes" dos restantes candidatos "e não os pontos fracos".

"Este salientar faz todo o sentido e o que não faz sentido é salientar o menor merecimento dos outros candidatos", rematou.

As eleições directas no PSD, marcadas para 31 de Maio, contam com cinco candidatos à liderança do partido: Manuela Ferreira Leite, Pedro Passos Coelho, Pedro Santana Lopes, Mário Patinha Antão e António Neto da Silva.

 http://noticias.sapo.pt/lusa/artigo/60e6295c37923343675282.html

 




Candidato continua a não fazer considerações sobre adversários.

Patinha Antão atinge as 1500 Assinaturas necessárias para formalizar candidatura.

19.05.2008 - 18h06 Lusa
Mário Patinha Antão, candidato à liderança do PSD, anunciou hoje que "a meta da subscrição das 1500 assinaturas foi concretizada" e que "por todo o país, os militantes têm recebido bem" a sua candidatura.

"A campanha tem corrido muito bem e os militantes do PSD têm recebido bem a candidatura, devido às funções de relevo que ocupei dentro do partido", revelou Patinha Antão. Relativamente à recolha das 1500 assinaturas, o ainda vice-presidente da bancada parlamentar do PSD referiu que "tem corrido muito bem, mas cada um tem os seus enfoques". "Temos de ser objectivos, as pessoas conhecem-me melhor no partido do que no eleitorado em si", garantiu.

"Os militantes têm apreciado especialmente a medida em que proponho a criação de um 'Conselho de Assuntos de Governo', onde estejam representados todos os candidatos", acrescentou. "Estive em campanha no Algarve, de onde sou natural, na Madeira e em Lisboa. Agora estou no norte do país, em Barcelos, já estive em Coimbra e em Viana do Castelo. Tenho uma relação especial com Braga, que é o círculo por onde sou eleito", afirmou também o social-democrata.

Questionado sobre a subida de tom nas declarações dos candidatos, Patinha Antão lembrou que "desde o início sempre disse" que jamais faria considerações sobre os outros candidatos. "Também sempre defendi o valor da lealdade institucional. Desejo boa sorte a todos", disse. "Desejo que todo este processo sirva para reforçar a unidade dentro do partido", concluiu o candidato.

A entrega das 1500 assinaturas recolhidas será feita "no dia 21 de Maio de 2008 junto dos serviços do partido". As eleições directas no PSD, marcadas para 31 de Maio, contam já com cinco candidatos à liderança do partido: Manuela Ferreira Leite, Pedro Passos Coelho, Pedro Santana Lopes, Mário Patinha Antão e António Neto da Silva.

 http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1329290




 

Contas Nacionais: Patinha Antão considera que o "pais deve mostrar indignação" face aos dados do INE

Lisboa, 15 Mai (Lusa) - O candidato à liderança do PSD Patinha Antão considerou que "o país deve mostrar indignação" perante os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) revelados hoje e defendeu que o Governo deve "criar um programa de emergência".

O vice-presidente da bancada parlamentar do PSD Mário Patinha Antão afirmou hoje que "infelizmente, o crescimento da economia está muito abaixo do esperado pelo Governo".

A propósito da revisão em baixa feita hoje pelo Ministro das Finanças, Patinha Antão disse que "finalmente o Governo reconheceu um erro clamoroso e o país deve mostrar indignação perante estes factos".

"A revisão em alta da taxa de inflação de 2,1% para 2,6% é preocupante e a previsão da diminuição da taxa de desemprego de 8% para 7,6% é irrealista", continuou o responsável pelo Orçamento e Finanças no PSD.

"A perda do poder de compra continua e a crise social no norte do país e nas zonas raianas é gravíssima e alastra", disse também o social-democrata.

"O Governo deve seguir as medidas que o PSD e os economistas de qualidade do país defendem há seis meses e criar uma Emissão Especial de Dívida Pública de 3000 milhões de euros para o pagar dívidas e devolver liquidez aos fornecedores, por forma a evitar a falência de milhares de Pequenas e Médias Empresas (PME's)", concluiu Patinha Antão.

O Governo reviu hoje em baixa a previsão para a taxa de inflação em 2008, em 0,5 pontos percentuais, para 2,6 por cento, anunciou o ministro das Finanças na conferência de imprensa após a reunião de Conselho de Ministros.

A revisão em baixa para a taxa de inflação acompanha o anúncio feito também hoje por Teixeira dos Santos para a previsão de crescimento económico, que foi revisto em baixa de 2,2 para 1,5 por cento.

Segundo dados revelados hoje pelo Instituto Nacional de Estatística, a economia portuguesa abrandou no primeiro trimestre de 2008, apresentando um crescimento real de 0,9 por cento em termos homólogos, o que correspondeu a menos nove décimas do que o valor apurado no trimestre anterior também em termos homólogos (1,8 por cento).

Já a evolução da economia portuguesa de Janeiro a Março, face aos últimos três meses de 2007, registou uma variação negativa de 0,2 por cento, o que correspondeu também a uma desaceleração de 0,9 décimas quando se compara com a variação em cadeia dos últimos dois trimestres de 2007.

O Governo previa para 2008 um crescimento económico de 2,2 por cento, enquanto as previsões do FMI são de 1,3 por cento e as da Comissão Europeia apontam para uma aceleração de 1,7 por cento.

 in http://noticias.sapo.pt/lusa/artigo/a2a5892441b725b58dc088.html

 

 

Candidatos: Santana e Patinha Antão querem testar regiões no Algarve, Passos Coelho promete referendo

Lisboa, 17 Mai (Lusa) - Os candidatos a presidente do PSD Pedro Santana Lopes e Mário Patinha Antão propõem uma experiência piloto de regionalização no Algarve, enquanto Pedro Passos Coelho promete um referendo no partido sobre esta matéria.

A agência Lusa perguntou aos cinco candidatos a presidente do PSD se as regiões administrativas de Portugal continental devem ter órgãos próprios, dotados de competências e verbas próprias.

Manuela Ferreira Leite respondeu que "não existem regiões administrativas em Portugal, uma vez que a sua criação foi rejeitada em referendo", sem adiantar a sua opinião.

Por sua vez, Pedro Passos Coelho disse acreditar "que a descentralização é um passo fundamental".

"Não acredito, porém, no modelo regional baseado nas cinco grandes regiões. De qualquer modo, comprometo-me com a realização de um referendo interno no PSD para debater e decidir sobre esta matéria, dada a diversidade de opiniões nesta matéria", acrescentou o ex-presidente da JSD.

Pedro Santana Lopes lembrou que o seu manifesto eleitoral "refere a criação de uma experiência piloto de regionalização no Algarve".

"A regionalização total do continente é um passo demasiado importante e complexo para ser decretado a nível central sem verificar todas as implicações. O Algarve, desde a origem da nacionalidade, é uma região com uma delimitação mais definida oferecendo condições para a realização desta experiência piloto", justificou.

Mário Patinha Antão respondeu que é a favor de um modelo inspirado "no sucesso das regiões autonómicas em Espanha".

O candidato acrescentou que defende uma descentralização de competências na próxima legislatura e "o anúncio inequívoco da concretização administrativa e política da regionalização no início da legislatura seguinte, tendo o Algarve o estatuto de região piloto por ser aquela em que este processo mais depressa se poderá concretizar".

Por sua vez, António Neto da Silva declarou-se contra a criação de órgãos com verbas e competências próprias nas regiões administrativas.

"A descentralização administrativa, que é uma coisa bem diferente, tem que ser feita urgentemente. Mas não vejo em que é que o bem-estar dos portugueses seria acrescentado, criando tais órgãos. Uma coisa seria certa: a despesa pública aumentaria de forma substancial. Seria um exercício nada oportuno", considerou.

Lusa

http://ww1.rtp.pt/noticias/index.php?article=346682&visual=26&rss=0

 
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Resultados do inquérito efectuado sobre a Política Fiscal de M. Patinha Antão
(8 - 17 Maio)

Universo total de votos recolhidos - 315
53,7% Votaram a favor (169)
36,8% Votaram contra (116)
9,5% Sem opinião formada (30)

 

PORQUE APOIO PATINHA ANTÃO

O DN abre as suas páginas ao debate interno no PSD até às eleições directas de 31 de Maio

A insensibilidade social e a abordagem econimicista deste Governo manifesta-se em todos os sectores da sociedade, em particular na Educação.

Trabalho numa universidade e tenho alunos que passam grandes dificuldades para conseguirem realizar os seus estudos. Actualmente, o Estado português tem uma política miserabilista de apoio aos estudantes. Só têm direito a uma bolsa de estudo alunos oriundos de famílias cujo rendimento não seja superior a 1,2 salários mínimos.

Por outro lado, o Estado financia um sistema de ensino público sumptuoso e tendencialmente ingovernável, que consome uma fatia considerável do orçamento, onde jovens oriundos de famílias com capacidade económica considerável pagam propinas simbólicas.

Também no ensino é imperativo haver menos e melhor Estado. Encaro o ensino como um serviço público estratégico, que deve ser assegurado por instituições de utilidade pública, sejam elas públicas ou privadas.

A função nuclear do Estado deve ser aqui a de assegurar a igualdade de oportunidades e a livre escolha por parte dos jovens do local e da instituição em que pretendam estudar.

O orçamento de Estado - e de todos os portugueses - não deve servir para sustentar uma profusão de instituições que oferecem cursos que se sobrepõem uns aos outros e que se multiplicam, dividem e subdividem ao gosto e capricho de grupos académicos.

Para corrigir as distorções assinaladas é necessário um Partido Social Democrata forte, liderado por uma pessoa séria e competente, capaz de fazer a diferença no confronto político partidário, em especial na discussão do Orçamento de Estado na Assembleia da República.

Para conduzir o PSD no momento actual é necessário um líder combativo, com profundos conhecimentos de economia, que saiba opor-se de forma sábia e soberana ao discurso arrogante e autista do Governo do Partido Socialista.

Essa pessoa é o Mário Patinha Antão!

Lina Lopes

in Diário de Noticias, 13 Maio
 




Entrevista à Mário Patinha Antão

R. Visão -  Qual deve ser, na sua opinião, a prioridade do PSD nos meses que se seguem? 
Escolher o melhor dos candidatos, exigir um compromisso de unidade entre todos, e preparar o debate do Orçamento de Estado para 2009, para que ele seja mais justo e amigo dos Portugueses. 

R. Visão -
Diminuir os impostos em 2009 é uma hipótese para si?
 
É uma certeza. O Pais precisa de um reajustamento fiscal que é menos do que uma reforma fiscal e mais do que um choque fiscal porque não se limita a reduzir impostos mas diz também como as perdas de receita são financiadas.   

R. Visão - Em que áreas entende ser essencial a diminuição do peso do Estado? 
Em todas, menos as funções de soberania, guiada pelos princípios da subsidiariedade, custo de oportunidade e combate ao desperdício, conjugando com políticas adequadas os recursos aplicados. O desperdício foi recentemente estimado em 27%, isto é, em condições de eficiência normal, o Estado precisaria de menos 27% dos inputs de que hoje dispõe para realizar as mesmas funções.  

R. Visão -  Mais seguros ou mais Serviço Nacional de Saúde? 
Ambos, com mais eficiência, concorrência e preço mais baixo e com melhor qualidade e maior humanização na prestação de cuidados de saúde, através de uma eficaz rede de equipamentos de saúde bem localizados para transmitir segurança e qualidade de atendimento aos cidadãos.                                                                                    
R. Visão - O conceito tradicional de família deve ser promovido pelo Estado? 
Não, o Estado deve promover espaços de diálogo e modernidade no seio da sociedade portuguesa e abster-se de tentar “educar” os Portugueses, adoptando uma atitude de tolerância, independência e respeito.  

R. Visão - Consigo, como vai o partido captar mulheres para cumprir a Lei da Paridade em 2009? 
Cumprindo mais do que a lei determina e por mérito próprio das escolhidas, lutando sempre pela criação de condições que permitam concretizar o espírito da igualdade de oportunidades.  

R. Visão - Aceitaria uma coligação pré-eleitoral com o CDS-PP? 
Não, a prioridade para o PSD é recuperar a confiança do eleitorado que lhe fugiu e que fará as sondagens subirem para 45% de modo a voltar a ter em 2009 uma maioria absoluta  

R. Visão - Que caminho deve o PSD fazer para se distinguir, ideologicamente, do PS de Sócrates? 
Apresentar um projecto de mudança para o País enraizado na social-democracia revisitada para os países latinos neste início do século XXI e mostrar que Sócrates ocupou um espaço ideológico que não é seu e que o PS acabará por lho cobrar.  

R. Visão - Considera possível afastar os socialistas do Governo nas próximas legislativas?
Claro. 

R. Visão - Qual será a frase-chave da sua candidatura/campanha? 
“Ideias que Contam”.


in Revista Visão - 8 Maio 2008
 


Deputado Patinha Antão apresentou candidatura na sua terra

O candidato á liderança do PSD, Professor Patinha Antão fez questão de apresentar publicamente a sua candidatura no Algarve, mais propriamente em Loulé, de onde é natural. O deputado laranja, ex-secretário de Estado da Saúde e presidente da Assembleia Municipal daquele concelho, esteve acompanhado de todo o executivo municipal, comandado pelo presidente Seruca Emídio, vereadores e ainda de alguns presidentes de junta de Freguesia, que deste modo quiseram demonstrar o seu inequívoco apoio ao militante algarvio que saiu à liça batendo-se pela estabilidade do seu Partido, "quando todos os outros esperavam pelas manobras de bastidores".

O encontro teve lugar em Vilamoura, com a presença de vários convidados entre os quais se encontravam militantes e alguns empresários da região, além de membros da Comunicação Social algarvia. Em breves palavras, Patinha Antão disse que "esta primeira apresentação tinha toda a razão de ser para acontecer em Loulé" mas, logo outras se seguirão até percorrer todos os concelhos do país. O candidato às directas do PSD que se realizam no dia 31 de Maio, tem prevista uma autêntica maratona, para explicar aos militantes a razão de ser, e a diferença, por que se mantém nesta corrida até ao final. "Sei que, ao contrário de outros candidatos, posso fazer a diferença porque o meu passivo partidário está intacto", afirmando que facilmente poderá fazer com autoridade, a ponte entre as várias sensibilidades que dilaceram o PSD.

Patinha Antão aposta na sua experiência como deputado e ex-membro de um governo PSD, e tudo isso se conjuga para lhe dar uma "confiança enorme para defrontar José Sócrates nas próximas Legislativas. Essa é a minha missão, levar o PSD a vencer as eleições de 2009», adiantou. O candidato aproveitou o momento para apresentar publicamente a sua mandatária nacional para a área Social, a ex-vereadora algarvia da Câmara de Albufeira, Ana Vidigal.

A finalizar a sessão de apresentação, o presidente da Câmara de Loulé usou da palavra, para dirigir ao candidato palavras de estímulo e empenho. "Tenho na realidade muito apreço por esta candidatura, e estamos todos aqui para demonstrar precisamente isso, o apreço pelas grandes qualidades humanas do candidato, e também desejo salientar o incentivo que esta candidatura nos merece", disse Seruca Emídio, a finalizar a sessão que deu lugar a um jantar nos salões do Hotel Hilton, em Vilamoura.

 

Carlos Ferreira

in
http://www.jornalavezinha.com/noticia.asp?idEdicao=127&id=5684&idSeccao=1171&Action=noticia

 


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